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21 January 2014 @ 11:28 pm
<blockquote>Trecho do livro aqui (não dê espaço entre as setas da tag do blockquote e nem use aspas!)</blockquote>

─ Nome do autor, <i>Título do livro ou do conto/poema</i> em <i>Titulo do livro se for uma compilação</i> (pág. #, ed. Nome da Editora, ano de edição)



<blockquote>Fala do filme aqui (não dê espaço entre as setas da tag do blockquote e nem use aspas!)</blockquote>

─ Nome do personagem (nome do ator), <i>Título do filme</i> (nome do diretor, ano)
 
 
18 June 2014 @ 08:47 pm
Assim como um compositor deve atingir excelência nos princípios da composição musical, você também precisa dominar os princípios correspondentes da composição da estória. Essa arte não é mecânica ou uma série de macetes. É um concerto de técnicas pelas quais nós criamos uma intriga de interesses entre nós e o público. A arte é a soma final de todos os meios pelos quais deixamos o público profundamente envolvido, mantemos esse envolvimento é, finalmente, recompensamo-nos com uma experiência comovente e significativa.


─ Robert McKee, Story - Substância, estrutura, estilo e outros princípios da escrita de roteiro (pág. 33, ed. Arte & Letra, 2006)
 
 
18 June 2014 @ 08:38 pm
O amor pela estória - a crença de que a sua visão pode ser expressa apenas através da estória, de que as personagens podem ser mais "reais" que as pessoas, que o mundo ficcional é mais profundo que o concreto. O amor pelo dramático - a fascinação pelas surpresas súbitas e revelações que trazem mudanças imensas à vida. O amor pela verdade - a crença de que a mentira aleija o artista, de que toda verdade na vida deve ser questionada, de acordo com os motivos secretos de cada um. O amor pela humanidade - uma disposição para sentir empatia pelas almas que sofrem, para arrastar-se dentro de suas peles e ver o mundo através de seus olhos. O amor pela sensação - o desejo de deliciar não apenas os sentidos do corpo, mas também os da alma. O amor pelo sonhar - o prazer em passear por sua imaginação só para ver onde ela vai dar. O amor pelo humor - o júbilo pela graça salvadora que restaura o equilíbrio da vida. O amor pela linguagem - o encanto pelo som e o sentido, sintaxe e semântica. O amor pela dualidade - a percepção das contradições secretas da vida, uma saudável desconfiança de que as coisas não são o que parecem. O amor pela perfeição - a paixão por escrever e reescrever à procura do momento perfeito. O amor pela singularidade - o prazer pela audácia e uma calma absoluta quando ela encontra o ridículo. O amor pela beleza - um sentido inato que estima a boa escrita -, odeia a escrita ruim e sabe a diferença. O amor próprio - uma força que não precisa de autoafirmação constante, que nunca duvida de que você seja, de fato, um escritor. Você deve amar escrever e suportar a solidão.


─ Robert McKee, Story - Substância, estrutura, estilo e outros princípios da escrita de roteiro (pág. 33, ed. Arte & Letra, 2006)
 
 
09 June 2014 @ 10:10 am
A hipocrisia é um vício. Mas está na moda. E todos os vícios na moda são virtudes. O personagem do homem de bem é o mais fácil de interpretar em nossos dias. Qualquer hipócrita o representa com razoável perícia. E fica quase impossível saber se estamos diante de um hipócrita no papel de um homem de bem ou se conversamos com um homem de bem que banca o hipócrita para não ser humilhado como homem de bem.


─ Molière, Don Juan (pág. 115, ed. L&PM, 2010)
 
 
30 May 2014 @ 12:56 pm
Leporelo:
É evidente que o senhor tem razão, se quiser ter razão - não posso dizer o contrário. Mas se o senhor não quisesse ter razão, eu lhe daria ainda mais razão.


─ Molière, Don Juan (pág. 14, ed. L&PM, 2010)
 
 
 
06 April 2014 @ 04:58 pm
It's not that I don't like people; there are certain people I absolutely couldn't live without. Or at least people I feel I couldn't live without. I've learned this year that the truth is I can't live well without certain people, but I can live.


─ Hilary Duff, Elixir (pág. 13, ed. Simon & Schuster, 2010)

TraduçãoCollapse )
 
 
16 March 2014 @ 10:15 pm

A História provavelmente julgará que esse ato foi motivado pela política e pela ambição, mas você precisa entender que não foi o destino que forçou minha mão, e sim o medo.




─ Oliver Bowden, Assassin's Creed: Renascença (pág. 83, ed. Galera Record, 2013)
 
 
24 February 2014 @ 09:14 pm
- Quem não pode com o tempo não inventa modas! [...]

- Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele!


─ Aluíso Azevedo, O Cortiço (pág. 118, ed. Americana, 1973)
 
 
22 February 2014 @ 10:18 pm
Os membros do clube não primavam pelo decoro. Alguns gabavam-se da conduta infame cujas consequências os levaram a buscar refúgio na morte. E os outros escutavam sem desaprovar. Existia um acordo tácito contra julgamentos morais. E qualquer um que passasse pelas portas do clube já desfrutava de algumas das imunidades do túmulo. Eles bebiam à memória uns dos outros e à memória de suicidas célebres do passado. Além disso, comparavam e expunham seus diferentes pontos de vista sobre a morte. Alguns declaravam que ela não passava de escuridão e cessação, outros se mostravam plenos de esperança de que naquela noite mesmo ascenderiam às estrelas e desfrutariam a companhia dos poderosos mortos.


─ Robert Louis Stevenson, O Clube do Suicídio - A história do rapaz das tortas de creme em O Clube do Suicídio (pág. 72, ed. Cosac Naift, 2011)
 
 
21 February 2014 @ 01:24 am
- All the voyages must end sometime.

- Why? You could just turn this ship around and keep on sailing.


─ Deborah McCoy (Yvonne de Carlo) e Frederic Baptiste (Philip Friend), Buccaneer's Girl (Frederick de Cordova, 1950)</div>

TraduçãoCollapse )